14 de abril de 2016

Seminários irão discutir educação e questões de fronteira

A conferência de abertura com Tizuko Morchida Kishimoto atrairá centenas de profissionais da educação

O Grupo de Pesquisa Educação e Processo Civilizador (GPEPC) irá realizar este mês a oitava edição do Seminário Infância, Educação e Civilidade e a quarta edição do Seminário Leituras de Fronteiras. Este ano o evento contará pela primeira vez com a participação de professores e pesquisadores da Faculdade de Ciências Humanas (FCH) da UFGD. As inscrições podem ser feitas no saguão da Faculdade de Educação (FAED) da UFGD, das 18h às 21h, até a próxima sexta-feira (15. O evento integral disponibilizará 60 inscrições e a palestra de abertura 830 inscrições.
Os eventos contarão com conferências e mesas de debate com discussões acerca de temas como infância, civilidade, cultura, diversidade, fronteira e inclusão. Os inscritos que tiverem 75% de presença receberão certificado de 30 horas. Os participantes da palestra de abertura receberão uma declaração correspondente à carga horária de 4h.
ABERTURA
Mais de 600 estudantes e profissionais de Educação já estão inscritos para a conferência de abertura sobre “Crianças: o brincar e o educar. Lugares da infância na Educação Infantil”, que será ministrada pela Profa. Dra. Tizuko Morchida Kishimoto (USP).
Tizuko Morchida Kishimoto atua no campo da educação infantil focalizando estudos sobre formação de professores, propostas pedagógicas, história e políticas públicas, museu e brinquedoteca, letramento e o brincar. Produz materiais pedagógicos destinados a professores e a comunidade em geral, para educação de crianças cegas (braillevirtual, lupa), organiza e mantém curso à distância para formar profissionais para atuar em brinquedotecas e disponibiliza, gratuitamente, materiais digitais para os interessados na ludicidade. Tem utilizado recursos da pesquisa-ação para envolver profissionais da rede pública de São Paulo para melhorar a qualidade da praxis e a discussão das Pedagogias da Infância.
Mais informações podem ser obtidas no endereço http://ufgdgrupoeducacaoeprocessocivilizador.com/.
Confira a programação completa abaixo:
18 de abril
13h – Credenciamento
Auditório Central da UFGD – Unidade II
16h – Mesa de Debate Leituras de Fronteira
Coordenadora da Mesa – Magda Sarat (GPEPC)
A erva mate na imprecisão da fronteira Brasil e Paraguai – Fábio Luiz Herrig
Debatedor: Paulo Roberto Cimó Queiroz (FCH/UFGD)
Auditório B, Sala 10 da FAED/UFGD
 A música regional urbana de Mato Grosso do Sul e a invenção de uma identidade fronteiriça – Gilmar Caetano
Debatedor: Ademir Gebara (FAED/UFGD)
19h – Abertura Oficial do Evento
Míria Izabel Campos – coordenadora geral do Evento
19h30 – Conferência de Abertura
Tizuko Morchida Kishimoto (USP)
19 de abril
9h – Mesa de Debates Diálogos Interdisciplinares: Inclusão e Civilidade
Auditório B, Sala 10 da FAED/UFGD
Coordenadora/Debatedora: Morgana de Fátima Agostini Martins (FAED/UFGD)
Reginaldo Célio Sobrinho (UFES)
Simone Becker (FADIR/UFGD)
13h 30 – Mesa de Debates Diálogos Interdisciplinares: Infância e Civilidade
Auditório B, Sala 10 da FAED/UFGD
Coordenadora/Debatedora: Magda Sarat (FAED/UFGD)
Cynthia Grive Veiga (UFMG)
Tony Honorato (UEL)
16h – Mesa de Debate Leituras de Fronteira
Auditório B, Sala 10 da FAED/UFGD
Escolarização na fronteira Brasil Paraguai: 1901-1927 – Alessandra Viegas Josgrilbert
Debatedora: Cintia Greive (UFMG)
Chão do Apa: contos e memórias da fronteira na obra do escritor Brígido Ibanhes – Mauricio Roberto Lemes Soares
Debatedora: Rita Limberti (FACALE/UFGD)
Educandário Coronel Felício: a participação Militar na educação pública da fronteira Brasil-Paraguai (1951-1980) – Fernando dos Anjos Souza
Debatedor: Tony Honorato (UEL)
20 de abril
9h – Mesa de Debates Diálogos Interdisciplinares: Educação e Civilidade
Local: Auditório B, Sala 10 da FAED/UFGD
Coordenador/Debatedor: Reinaldo dos Santos (FAED/UFGD)
Jones Dari Goettert (FCH/UFGD)
Márcio Rogério Silva (FAEN/UFGD)
13h – Mesa de Debates Diálogos Interdisciplinares: Educação e Civilidade
Local: Auditório B, Sala 10 da FAED/UFGD
Coordenadora: Professora Mestre Míria Izabel Campos
Damião Duque de Farias (FCH/UFGD)
Renato Suttana (FACALE/UFGD)
Célio Juvenal Costa (UEM)
16h – Mesa de Debate Leituras de Fronteira
Local: Auditório B, Sala 10 da FAED/UFGD
As Missionárias Servas do Espírito Santo: das Fronteiras da Europa às Fronteiras Culturais do Brasil – Rita Rocha
Debatedor: Professor Doutor Célio Juvenal Costa (UEM)
História da educação de Roraima: o Colégio Normal Monteiro Lobato (1965-1970) – Milen Margareth Fernandes Schramm
Debatedor: Professor Doutor Luiz Cândido (UFGD)
Seminário leituras sobre fronteira: um estado do conhecimento? – André Soares Ferreira
Debatedor: Professor Doutor Eudes Leite (FCH/UFGD)

27 de janeiro de 2016

Minha Língua, Língua Materna: Colóquio pelo Dia Internacional da Língua Materna


O Evento “Minha Língua, Língua Materna” será realizado no dia 22 de fevereiro de 2016 (segunda-feira), gratuitamente, na UNIOESTE – Foz do Iguaçu-PR.

Acesse aqui a página do evento. 

Trata-se de um evento local com o objetivo de celebrar o Dia Internacional da Língua Materna.

O Dia Internacional da Língua Materna é celebrado desde o ano de 2000, em 21 de fevereiro. A data foi proclamada pela UNESCO com o objetivo de promover a diversidade linguística e cultural existente no planeta, bem como a salvaguarda das diferentes línguas, entendidas como repositórios de cultura, de saberes e constitutivas da identidade individual e coletiva de diferentes grupos. Saiba mais aqui.

O contexto em que se situa a UNIOESTE se caracteriza notadamente pela diversidade linguística e cultural, pela coexistência de diferentes comunidades linguísticas que conferem imensa riqueza para o município e região. A partir desta perspectiva, este evento tem como objetivo central valorizar esse potencial existente em Foz do Iguaçu e ressaltar a importância das línguas como formas de expressão de identidades individuais e coletivas e como uma forma de preservação de todas as culturas que conferem à Foz do Iguaçu uma beleza ímpar.

Para mais informações, acesse aqui a página do evento.

Fonte: e-IPOL

22 de janeiro de 2016

II Seminário “Fronteiras, Memórias e Traduções”

II Séminaire “Frontières, Mémoires et Traductions”

“Frontières du sensible”

Le séminaire se tiendra les 25 et 26 février à la Maison Interuniversitaire des Sciences de l’Homme – MISHA (5, allée du Générale Rouvillois – 67083 STRASBOURG) et sera suivi d’un programme culturel à la Maison de l’Amérique Latine. Les frais de déplacement et d’hébergement sont à la charge de chaque participant. Une liste des établissements les plus proches de l’Université de Strasbourg vous sera adressée très prochainement. Nous vous rappelons que vous pouvez faire une demande de financement auprès de votre Université/Unité de Recherche.

Date limite de soumission des communications : le 05 février 2016

Appel à contribution
Le Ier Séminaire “Frontières, Mémoires et Traductions” qui s’est tenu à l’UNISTRA (Université de Strasbourg) en juin 2015 est le fruit d’un projet pluridisciplinaire et international qui propose une réflexion élargie entre chercheurs et théoriciens d’universités françaises et brésiliennes sur le concept général de Traduction Culturelle. Ce concept met en contact trois thématiques centrales – à savoir les Frontières, la Mémoire et la Traduction – thèmes essentiels pour comprendre les échanges possibles et les “lectures” établies à partir du contact entre des cultures diverses. Des questions linguistiques, historiques, géographiques, sociologiques et tant d’autres deviennent dès lors matière à de nouvelles recherches et publications, à partir d’un partage d’expériences et de connaissances interdisciplinaires. Le IIème séminaire intitulé “Frontières du sensible” s’inscrit dans le cadre de ce projet mené par l’équipe de recherche EA4376 CHER (Culture et Histoire dans l’Espace Roman) de l’UNISTRA et met en contact des universités et centres de recherche de Strasbourg, Grenoble, Rennes, São Paulo, Curitiba et Foz do Iguaçu.

Conçu comme une rencontre ouverte et un espace de partage, ce séminaire constitue une étape importante dans le prolongement d’une féconde collaboration visant à amplifier les possibilités d’échanges et de réflexions dans le but de comprendre les enjeux identitaires qui sont au centre de la naissance des nouvelles cultures. Pour sa deuxième édition, nous avons choisi de nous concentrer sur les frontières mobiles et perméables qui permettent la porosité entre les cultures, ces “Frontières du Sensible” qui nous offrent un riche et fécond champ herméneutique propice aux réflexions pluridisciplinaires.

Le sensible, tel que nous l’entendons ici, est un autre moyen d’appréhender la réalité. Il s’agit ainsi d’un terrain fertile à la connaissance qui s’offre à nous par le biais des rapports que nous entretenons avec le monde, avec notre expérience et avec nous-mêmes. Dans cette dimension heuristique résiderait une source potentielle de nouvelles compréhensions et de réflexions épistémologiques. Nous sommes d’avis que l’objet de recherche et les questionnements du chercheur émaneraient de sa propre expérience humaine inscrivant méthodologiquement ce séminaire dans le sillage des recherches qualitatives, compréhensives et heuristiques (Paillé, Mucchielli, 2008 ; Schurmans, 2008 et Moustakas, 1990).

Le séminaire interrogera les concepts de Traduction Culturelle, d’Identité et de Culture en privilégiant les façons de voir, d’évoquer et d’interpréter les frontières du sensible. Doit-on considérer la traduction comme la négociation des différences ou comme l’opposition entre l’universel et le local ? Où se trouve la frontière entre l’original/l’originel et la traduction/trahison ?

Ces questions orientent la discussion proposée par le séminaire et présupposent une conception de la frontière en tant qu’espace dialogique, carrefour où se croisent et coexistent diverses cultures. Elles exigent une approche critique ouverte au dialogue dans les sciences humaines et sociales en tenant compte des rapports entre faits sociaux, pratiques discursives et représentations littéraires. Rassemblées autour d’une thématique commune, les différentes disciplines des sciences humaines (Littérature, Linguistique Histoire, Sociologie, Anthropologie, etc.) sont invitées à dialoguer et à interpréter le monde sensible. C’est pourquoi l’élargissement de la réflexion à d’autres expressions artistiques, à partir d’une étude comparatiste, trouve également sa place dans cette rencontre.

Nous accueillerons les propositions de chercheurs et doctorants qui consacrent leurs recherches sur les thèmes liés au Séminaire, de toutes les branches/champs de recherche. Nous porterons une attention particulière à celles qui adopteraient des approches interdisciplinaires.

Bibliographie:
Moustakas, C. (1990). Heuristic Research: Design Methodology and Applications. London: Sage.
Paillé, P. Mucchielli, A. (2008). Analyse qualitative en sciences humaines et sociales. Paris: Armand Colin, 2nd édition.
Schurmans, M.-N. (2008). L’approche compréhensive et qualitative dans la recherche en formation. Éducation permanente, 177, 91-103.

Modalités de soumission:
Nous vous invitons à soumettre votre résumé de communication assorti d’une courte notice biographique à partir du formulaire disponible sur ce lien (http://goo.gl/forms/AW3xqP10tU). Les propositions retenues feront l’objet d’une communication de 20 min (+ 10 min de discussion).

Comité organisateur:
Cristiana Vieira (UNISTRA/UNILA), Henrique Pinheiro Alves (UNISTRA), Mireille Garcia (ERIMIT/Rennes 2), Amélia Elisabete Costa da Silva (UNISTRA), Ângela Erazo Munoz (UNILA – Université Grenoble Alpes).

Fonte: e-IPOL

8 de dezembro de 2015

IX Congresso Brasileiro de Hispanistas


A partir do próximo dia 20 de dezembro estarão abertas as inscrições para o IX Congresso Brasileiro de Hispanistas.

O IX Congresso Brasileiro de Hispanistas, promovido pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) e pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), será realizado em Foz do Iguaçu-PR, entre os dias 22 e 25 de agosto de 2016.

Para saber mais, acesse:

Nesta edição, excepcionalmente, o IX Congresso Brasileiro de Hispanistas albergará o II Congresso Internacional América Latina e Interculturalidade, por entendermos que há vinculações entre ambos os projetos. Nosso objetivo é fomentar uma maior sinergia entre o âmbito do hispanismo brasileiro e a região trifronteiriça na qual estamos localizados, entre o Brasil, a Argentina e o Paraguai.

Pretendemos intensificar o diálogo e o intercâmbio de experiências entre pesquisadores brasileiros e não brasileiros de diferentes universidades, que se dedicam aos estudos hispânicos.

As áreas temáticas que deverão orientar as propostas de comunicação a serem encaminhadas à organização do congresso são as seguintes:

- Estudos de linguagens: descrição e funcionamento de línguas do universo hispânico. Estudos discursivos e textuais. Perspectivas comparativas. Processos de aquisição. Contato linguístico. Estudos tradutórios relativos às línguas do universo hispânico.

- Ensino de línguas: educação linguística em línguas do universo hispânico. Diversas tendências teóricas e sua relação com o ensino/aprendizagem e com a educação linguística. Literaturas e educação linguística. Práticas pedagógicas em diferentes espaços educativos. Políticas linguísticas. Formação docente.

- Estudos de literatura e cultura: literaturas de línguas do universo hispânico: poéticas, história e crítica. Culturas do universo hispânico. Relações da cultura brasileira com a comunidade cultural hispânica. Literatura e outras linguagens artísticas. Literatura e outras disciplinas das ciências sociais. Literaturas do universo hispânico e outras literaturas. A tradução como mediação cultural.

Serão aceitas propostas – relativas a pesquisas em andamento ou concluídas – nas modalidades de comunicação coordenada e comunicação individual, até o limite de 400 apresentações. Todas serão avaliadas quanto ao mérito e, como critério de desempate, será considerada a data de envio de proposta. As instruções para envio dos resumos, bem como as demais informações sobre o evento, encontram-se na página web da Associação Brasileira de Hispanistas (ABH): http://www.hispanistas.org.br/.

A submissão de resumos ocorrerá de 20 de dezembro a 20 de abril, e o envio das cartas de aceite está previsto para ocorrer até 31 de maio de 2016.

Serão aceitos trabalhos nas modalidades de comunicação coordenada e comunicação individual. Somente doutores, mestres e mestrandos podem apresentar trabalhos no IX Congresso Brasileiro de Hispanistas. Cada pesquisador pode submeter, no máximo, dois trabalhos: um como autor único e um em coautoria. Todos os coautores de um trabalho devem se inscrever no evento e efetuar o pagamento das taxas.

Comunicações coordenadas
São sessões compostas por um coordenador (doutor) e três ou quatro trabalhos (excepcionalmente, cinco), podendo um deles ser do próprio coordenador. As sessões de comunicações coordenadas terão a duração de 1h30min, com 15 minutos para cada comunicação e 30 minutos para debates. A ementa da sessão deverá ter até 300 caracteres com espaço e todas as comunicações devem apresentar um resumo com a extensão de 1000 e 1600 caracteres com espaços. É responsabilidade do coordenador o envio da proposta da sessão de comunicações coordenadas ao Congresso, via formulário eletrônico. No entanto, cada integrante de sessão deverá realizar sua inscrição por meio do mesmo formulário eletrônico, marcando a opção “Comunicação coordenada”.

Comunicações individuais
São trabalhos com 15 minutos de duração e que serão agrupadas pela organização do congresso, por aproximação temática, em sessões de 1h30 de duração, com 30min destinados aos debates. As inscrições de propostas de comunicação serão efetuadas via formulário eletrônico. Para isso, os autores deverão apresentar um resumo entre 1000 e 1600 caracteres com espaços.

A imagem que nos acompanhará, no IX Congresso Brasileiro de Hispanistas, é um fragmento de ñandutí. Este belo bordado, tecido por mãos femininas, em guarani significa “tela de araña”. A sua beleza e delicadeza nos inspiram a pensar em um encontro que possibilite a criação ou o fortalecimento das redes que nos ligam neste grande emaranhado do hispanismo brasileiro. Como afirma a escritora e artista Josefina Plá, el ñandutí é uma geografia-labirinto. Pretendemos que o IX Congresso Brasileiro de Hispanistas amplie nosso conhecimento geográfico-cultural, promovendo novas tessituras de paisagens, línguas, culturas, saberes e afetos.

Quaisquer dúvidas podem ser encaminhadas a congressodehispanistas@gmail.com .

Saudações hispanistas,

Comissão Organizadora

7 de dezembro de 2015

Encuentro binacional “Jodido Bushinshe: Los Portuñoles - Diálogos sobre cultura de frontera”


El encuentro, que llevará por nombre “Jodido Bushinshe: Los Portuñoles. Diálogos sobre Cultura de Frontera”, se desarrollará los días viernes 11 y sábado 12 de diciembre en las ciudades de Santana do Livramento/Brasil y Rivera/Uruguay.

Acesse aqui a página do evento na Facebook.

Durante todo el año 2015 los Centros MEC han trabajado sobre la importancia de las características de la cultura de frontera que identifican a los departamentos de Rivera, Artigas, Cerro Largo y Rocha, promoviendo incluso el debate sobre la postulación del Portuñol como Patrimonio Cultural Inmaterial.

Esa labor generó el interés de pobladores, docentes, artistas y académicos de toda la región norte de Uruguay, pero también de varias ciudades de Rio Grande del Sur.

Esto coincide con las líneas de trabajo de varias universidades riograndenses y de la propia Universidad de la República en Uruguay, pero también con los trabajos realizados por el Comité de Frontera creado en 2004 entre los poderes ejecutivos de Uruguay y Brasil.

Estas coincidencias llevaron a organizar un encuentro binacional que pretende multiplicar los puntos de contacto entre las políticas culturales de ambas regiones y en la profundización del debate por el reconocimiento de las características lingüísticas, artísticas y de costumbres que nos hermanan. El objetivo central es la planificación conjunta para 2016 de procesos sobre la cultura de frontera.

El encuentro, que llevará por nombre “Jodido Bushinshe: Los Portuñoles. Diálogos sobre Cultura de Frontera”, se desarrollará los días viernes 11 y sábado 12 de diciembre en las ciudades de Santana do Livramento y Rivera.

Ya han confirmado asistencia al encuentro la Comisión Nacional para la UNESCO Uruguay, la Dirección de Cooperación Internacional del MEC, la Dirección de Centros MEC, la Dirección Nacional de Cultura, Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación de la UDELAR, la Comisión del Patrimonio Cultural de la Nación, el Museo de Patrimonio Regional de Rivera, el Instituto de Patrimonio Histórico y Artístico de Brasil, la Universidad Federal de Pelotas, la Universidad Federal de Santa María, la Fundación Universidad de Rio Grande, el Instituto Federal del Sur y la Unipampa.

Programación de "Jodido Bushinshe: Diálogos sobre cultura de frontera". Viernes 11 y sábado 12 de diciembre. Tema: El portuñol. (Todos los horarios corresponden a la hora uruguaya).

El viernes 11 de diciembre. Local: Auditorio IFSUL (Paul Harris 410, Santana do Livramento).
Hora 18:00 Apertura. Centros MEC (Uruguay); Instituto Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN (Brasil); Comisión del Patrimonio Cultural de la Nación (Uruguay); Comisión Nacional para la Unesco – Uruguay; Dirección de Cooperación Internacional – MEC (Uruguay); Universidad de la República – Udelar (Uruguay); Instituto Federal de Educacao, Ciencia e Tecnologia- IFSul; Universidade Federal do Pampa -Unipampa; Universidade Federal de Pelotas- UFPel; Universidade Federal de Santa Maria – UFSM; Fundacão Universidade Federal do Rio Grande – FURG; Comité de Frontera Brasil-Uruguay; Intendencia Departamental de Rivera; Prefeitura Municipal de Livramento. Recepción: Paulo Henrique Asconavieta da Silva – IFSul (Brasil); Julio Piastre – Centros MEC Rivera (Uruguay).
Hora 19:15 Mesa 1: El Portuñol y el Patrimonio Inmaterial. Marcus Garcia – Instituto Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN (Brasil); Nelson Inda – Comisión del Patrimonio Cultural de la Nación (Uruguay); Enrique Da Rosa – Centros MEC Rivera; Eduardo Palermo – Museo del Patrimonio Regional – Rivera. Moderador: Roberto de Souza – FURG.
Hora 20:45 Mesa 2: Portuñol, Gestión y Territorio cultural. Enrique Mazzei – Udelar; Helyna Dewes – Unipampa; Ricardo Almeida – Comitê de Fronteira Brasil-Uruguai; Roberto Elissalde – Centro Latinoamericano de Economía Humana (Uruguay). Moderadora: Rosario Brochado (Consejo de Educación Secundaria y Consejo de Formación en Educación).

El sábado 12 de diciembre. Local: Salón de Actos del C.U.R. (Ituzaingó 667 – Rivera).
Hora 8:30 Mesa 3: La cultura y la lengua en la franja de frontera. Carmen Curbelo – Udelar Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación; Circi Nayar Oliveira Lourenço- IFSul; Eliana Sturza – Universidade Federal de Santa Maria; Graciela Barrios – Udelar Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación Moderador: Giovani Rottondaro (Dir. Cooperación Internacional MEC).
Hora 10:00 Propuestas de acciones para 2016. Universidad de la República – Udelar; Universidade Federal do Pampa – Unipampa; Universidade Federal de Pelotas – UFPel; Universidade Federal de Santa Maria – UFSM; Fundação Universidade Federal do Rio Grande – FURG; Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia- IFSul; Comisión Nacional para la Unesco – Uruguay; Instituto Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Inventario de Diversidad Linguistica del IPHAN (Brasil) – Coordinador Marcus García; Comisión del Patrimonio Cultural de la Nación (Uruguay) – Presidente Nelson Inda; Centros MEC (Uruguay) – Directora Glenda Rondán; Dirección Nacional de Cultura MEC (Uruguay) – Director Sergio Mautone; Museo Patrimonio Regional – Rivera; Comité de Frontera Uruguay – Brasil; Intendencia Departamental de Rivera; Prefeitura Municipal de Santana do Livramento.
Espacio abierto para estudiantes, profesores, artistas y colectivos culturales. Moderador: Julio Piastre, Centros MEC Rivera (Uruguay).
Hora 13:00 Cierre: Síntesis y acuerdos.

3 de dezembro de 2015

Primer Gran Congreso Internacional Pensamiento Complejo - Repensar Las Fronteras: Todos Los Saberes

Primer Gran Congreso Internacional Pensamiento Complejo
Repensar Las Fronteras: Todos Los Saberes
México, D. F. | Organiza: Multiversidad Mundo Real Edgar Morin
Información Aquí: www.TodosLosSaberes.org/
¡ Inscripciones Abiertas ! 

Una experiencia para explorar las aristas más complejas y reveladoras de nuestra civilización, el conocimiento, la educación, la ciencia y la tecnología, las sociedades en convivencia, los extremismos, los problemas fundamentales de la humanidad, los conflictos bélicos y expresiones de terrorismo, las reformas en distintos órdenes, la prospectiva de nuestra cultura y civilización a la luz de la complejidad, y en particular, el pensamiento complejo.

Exponentes de Europa y varios países de Latinoamérica. Se anticipa un encuentro con un alto grado de enriquecimiento académico, científico, profesional y afectivo. La red se consolida más cada día con encuentros de alta relevancia.

Inscripción al Congreso: 7, 8 y 9 de Junio | 2016 | Para el Proceso de Inscripción ir Aquí: www.TodosLosSaberes.org/

Importante: Inscribirse cuanto antes para un costo reducido, y asegurar la participación porque no será un evento masivo.

*Pregunte por las actividades Pre y Post Congreso. Una oportunidad de interactuar con actores académicos de primer nivel e influencia en temas de vanguardia.

Centro Mundial de Altos Estudios Para la Transformación Social desde la Complejidad.
Sitio web de la Universidad: www.MultiversidadReal.edu.mx
¡Bienvenid@!

23 de novembro de 2015

“Vivemos um processo de fechamento seletivo de fronteiras no mundo”, dizem pesquisadores

Tito Carlos Machado de Oliveira: “Já há algumas estimativas prevendo que, até o final da década de 2020, o mundo terá dez vezes mais muros do que tem hoje, na menor das hipóteses”. (Foto: Guilherme Santos/Sul21)

“Vivemos um processo de fechamento seletivo de fronteiras no mundo”, dizem pesquisadores

Marco Weissheimer

O mundo vive hoje um processo de “desfronteirização”, fenômeno que se expressa, entre outras coisas, pelo fechamento de fronteiras entre países, muitas vezes materializado pela construção de muros. Já há estimativas prevendo que, até o final da década de 2020, o mundo terá dez vezes mais muros do que tem hoje, na menor das hipóteses. E esses fechamentos têm um corte seletivo, como mostra o trabalho de pesquisadores internacionais: dentro dos muros está cerca de 75% da riqueza mundial e 20% da população. Fora do muro é o contrário: 20% da riqueza mundial e 80% da população. Esses muros passam a definir, portanto, os marcos de ricos condomínios fechados e têm o objetivo de não deixar os pobres entrar. A avaliação é dos pesquisadores Tito Carlos Machado de Oliveira, Coordenador do Centro de Análise do Espaço Fronteiriço, da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, e Adriana Dorfman, professora do Departamento de Geografia, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em entrevista ao Sul21.

Tito Carlos Machado de Oliveira e Adriana Dorfman participaram do 34º Encontro Estadual de Geografia, realizado em Porto Alegre de 13 a 15 de novembro, numa iniciativa da Associação dos Geógrafos Brasileiros. A entrevista ao Sul21 foi marcada por uma coincidência histórica e temática. Ela foi concedida algumas horas antes dos atentados que atingiram Paris no dia 13 de novembro e abordou alguns dos temas que desafiam a política europeia hoje, como o fechamento das fronteiras em função de questões de segurança e da crise dos refugiados que está provocando o fluxo de algumas centenas de milhares de pessoas do norte da África e do Oriente Médio para a Europa. Os dois pesquisadores analisam também as principais características que definem o conceito de fronteira e rebatem o estereótipo que apresenta essas regiões como espaços de crimes e de violência.

“Quando você chega na fronteira, encontra um ambiente extremamente dinâmico e criativo. A maioria das pessoas gosta de viver ali. Em geral, são lugares mais cosmopolitas e tolerantes”, defende Tito Carlos Machado de Oliveira.

Sul21: O que define, exatamente, uma área de fronteira? Quais são as suas principais características?

Tito Carlos Machado de Oliveira: O conceito de fronteira tem uma dimensão, hoje, completamente diferente do que tinha até algum tempo atrás, quando era sinônimo de barrar, restringir e fechar. De um tempo para cá, a fronteira passa a ser vista como um ambiente de interação, de inter-relação. Apesar da dimensão de barrar e restringir estar ainda muito presente na cabeça dos governantes, nós tivemos um período extremamente rico na história das fronteiras a partir da Segunda Guerra Mundial até muito recentemente, no início dos anos 2000. Esse foi um período de grande expansão das fronteiras. Do ponto de vista teórico, vários estudiosos chegaram a afirmar que as fronteiras estavam se diluindo e que a tendência era, em um período breve, elas deixarem de existir.

Na verdade, essa era uma visão propositiva relacionada ao livre fluxo do capital. As pessoas estavam querendo abertura de fronteiras no mundo porque existia um processo de circulação do capital que tinha interesse em derrubar as imposições colocadas pelas fronteiras. Se olharmos o mapa da América Latina veremos um processo de ocupação muito intenso das fronteiras neste período. No Brasil, uma grande quantidade de cidades nasceu nestas áreas de fronteira. Também houve um crescimento expressivo da quantidade de assentamentos de trabalhadores rurais de 1986 até 2006. Tivemos um período de 20 anos onde mais de 80% dos assentamentos foram colocados em regiões de fronteira. Foi um período muito rico, que abraçou essa ideia de dissolução das fronteiras, relacionada, sempre lembrando, ao processo de expansão do capital.

Adriana Dorfman: Pesquisas mostram que dentro dos muros está cerca de 75% da riqueza mundial e 20% da população. Fora do muro é o contrário: 20% da riqueza mundial e 80% da população. (Foto: Guilherme Santos/Sul21)

Esse cenário começou a mudar significativamente a partir da invasão do Iraque pelos Estados Unidos, por conta dos desdobramentos dos atentados de 11 de setembro. A partir daí, tivemos um freio muito grande dessa expansão na direção das fronteiras. Antes, para o capital, todo ambiente de fronteira tinha uma perspectiva de abertura e de livre circulação de mercadorias. A partir daí, são estabelecidos alguns corredores para essa circulação. No Mato Grosso do Sul, por exemplo, onde eu vivo e trabalho, há um corredor bem definido entre São Paulo e Santa Cruz de la Sierra, por onde circulam algo entre 6 e 7 milhões de dólares por dia, mas de 100 milhões de dólares por mês. Isso não é qualquer coisa. Em compensação, regiões que eram extremamente dinâmicas, como, por exemplo, Bela Vista e Mundo Novo, foram recrudescendo. O capital foi escolhendo determinados caminhos de circulação e não mais todos os lugares.

Sul21: Corredores por onde ele poderia fluir mais facilmente…

Tito Carlos Machado de Oliveira: Exatamente…

Adriana Dorfman: Nós temos um exemplo aqui no Rio Grande do Sul, que é a ponte construída em São Borja e que tem tudo a ver com o Mercosul e com a integração da indústria automobilística do Brasil e da Argentina. É uma ponte que tem um fluxo gigantesco, mas que não é um fluxo barato. Ele é rápido e competente, mas é caro. Todo o trânsito aduaneiro, incluindo controle sanitário, é feito em torno de meio dia. É um espaço isolado. Não há uma barraquinha de cachorro quente que seja. É exclusivamente para o capital. Outros trânsitos de produtos menos valorizados, com menos capital corporativo agregado, ocorrerão por Itaqui e por outros lugares próximos e não pelo corredor específico da ponte de São Borja. Aqui no Rio Grande do Sul, cabe destacar, a fronteira sempre foi um lugar de encontro, nunca foi um espaço de completo isolamento.

De um ponto de vista muito abrangente, uma das principais características com os quais a gente trabalha o conceito de fronteira é a ideia de descontinuidade. Temos um espaço, uma economia, uma cultura, pensados como continuidade, que, no meio do caminho sofre uma descontinuidade. Isso aí é a fronteira. Pode ser um controle, que é a expressão de um Estado, que marca claramente que, de um lado é uma coisa e do outro lado é outra coisa. Temos dois fenômenos diferentes aí: um é o processo de expansão e outro é o de descontinuidade.

21 de novembro de 2015

Deputada de Missiones defende fronteiras abertas entre Foz do Iguaçu e Argentina

Carla Pretto, da Frente Renovador de Missiones, Argentina, conversou sobre integração da região trinacional no Diálogos 100 Fronteiras

“Um dos nossos desafios mais lindos e mais fortes é o turismo. Podemos abraçar a bandeira que as Cataratas é uma das maravilhas do mundo. Mas para quem? Além disso temos que ter um projeto social e político bom e que seja para todos. É a partir de uma atividade do turismo, que gera tanto dinheiro, que temos que pensar em uma região turística, e não pensar apenas nas Cataratas”, comentou a deputada.

Carla Pretto é uma jovem política comprometida com Missiones, que tem os seus destinos turísticos como fonte de renda para a grande maioria do estado argentino. Em sua breve fala no evento organizado pela Revista 100 Fronteiras na tarde desta sexta-feira, 20, deu para enxergar uma mulher de ideais. E muitos deles fazem sentido e parte do Brasil quando fala: “É preciso trabalhar todos juntos. Isso não é um sonho longe, acho que podemos fazer algo juntos. Temos que ter sensibilidade buscando desenvolvimento regional e global. O que podemos fazer para que tenhamos um desenvolvimento?”.

Crítica dos modelos de gestão dos Parques Nacionais, Pretto diz: “O turismo tem que ser a fonte de renda para conseguirmos o desenvolvimento social”.

Em sua fala estilo os famosos discursos do TED, Pretto, com o seu espanhol missioneiro forte, porém doce, disse que se sente mais irmã dos brasileiros do que os argentinos das outras províncias. “Nós compartilhamos muitas coisas. A cultura, a música, a fronteira… As nossas culturas precisam estar ainda mais próximas”.

Por final defendeu uma fronteira mais aberta a comunidade. “As nossas culturas precisam estar ainda mais próximas. Devíamos estar abertos para receber os brasileiros para trabalhar e estudar, assim como os missioneiros poderiam ter acesso mais facilitado ao Brasil”.  

Fonte: Clickfoz

19 de outubro de 2015

Divulgadas galerias de fotos do 1º Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues (1ºENMP)

Detalhe da galeria "Miscelânea"; estas e demais fotos são de Alberto Gonçalves, Ana Paula Seiffert, Dayane Cortez, Edleise Mendes, Gilvan Müller de Oliveira e Peter Lorenzo.

Divulgadas galerias de fotos do 1º Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues (1ºENMP)

Foram divulgadas em sua página na internet as galerias de fotos do 1º Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues (1ºENMP), realizado de 23 a 25 de setembro, no Campus da Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis-SC.

Para acessar as galerias de fotos, clique aqui.


O 1º ENMP foi uma realização do Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística (IPOL) em parceria com o Observatório de Políticas Linguísticas (GP CNPq/UFSC), o Macroprojeto ALMA-H (UFRGS), o Projeto Entrelínguas (UFSM) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e com apoio do Programa de Valorização das Línguas e Culturas Macuxi e Wapichana, do Fórum Permanente das Línguas Brasileiras de Imigração (Forlibi) e da Prefeitura Municipal de Antônio Carlos-SC.

Fonte: e-IPOL

17 de outubro de 2015

Mercosul declara região da fronteira como Zona de Interesse Turístico

Mercosul declara região da fronteira como Zona de Interesse Turístico

A região da tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina, com cerca de 2.500 quilômetros quadrados, foi declarada Zona de Interesse Turístico do Mercosul. O documento foi assinado por representantes dos países do bloco econômico, durante a 16ª Reunião dos Ministros de Turismo do Mercosul, nesta quinta-feira (15), em Assunção, Paraguai. A medida beneficia os municípios de Foz do Iguaçu, no Brasil, Ciudad del Este, no Paraguai, e Puerto Iguazú, na Argentina.

O documento, assinado durante uma solenidade no Hotel Sheraton, local do encontro dos ministros, marca o “compromisso com a promoção e o desenvolvimento do turismo na região da tríplice fronteira, através de mecanismos que favoreçam o crescimento econômico da região”, reforça “o interesse em incentivar o fluxo turístico” e ratifica “que a região constitui um espaço vital para a integração econômica e a união política de nossa América”.

Lei brasileira
O superintendente de Comunicação Social de Itaipu e presidente do Fundo Iguaçu, Gilmar Piolla, representando a Gestão Integrada do Turismo, afirma que a declaração do Mercosul “vai respaldar a legislação que estamos construindo, atendendo pedido do ministro do Turismo, Henrique Alves, de criação de uma lei brasileira para zonas especiais de interesse turístico”. Segundo ele, “Foz do Iguaçu será a primeira cidade beneficiada pela nova lei”.

Ele explica que as cidades incluídas nessas zonas especiais terão direito a legislação específica, regime fiscal e tributário diferenciados, licenciamento ambiental simplificado, linhas de crédito exclusivas e até mesmo cota de compras como diferencial, dentre outras medidas, como a anistia especial para repatriação de recursos de brasileiros no exterior.

Motor de desenvolvimento
O documento assinado em Assunção reconhece “o potencial do turismo como motor de desenvolvimento econômico-social da região e como meio de alívio da pobreza”. O fortalecimento ao turismo, diz ainda, atenderá “às realidades ecológicas, geográficas, populacionais, sociais, culturais, econômicas, políticas, de acordo com as premissas do desenvolvimento sustentável, com os princípios do Direito Internacional e respeitando a soberania nacional”.

A Zona de Interesse Turístico, de acordo com o documento, compreende uma região de aproximadamente 2.500 quilômetros quadrados, para onde convergem as fronteiras da Argentina, Brasil e Paraguai, coincidindo com a desembocadura do Rio Iguaçu no Rio Paraná. Foz do Iguaçu se comunica pela Ponte Tancredo Neves (que cruza o Rio Iguaçu) a Puerto Iguazú, na Argentina, e pela Ponte da Amizade (sobre o Rio Paraná) a Ciudad del Este, no Paraguai.

Várias autoridades brasileiras e paraguaias participaram da solenidade, entre elas o diplomata Acir Madeira Pimenta Filho, diretor do Departamento de Relações Internacionais do Ministério do Turismo, representando o ministro do Turismo, Henrique Alves.

A Declaração foi assinada pelas seguintes autoridades presentes à reunião em Assunção, no Hotel Sheraton: Carlos Vogeler, diretor secretário executivo de Relações com os Integrantes da Organização Mundial do Turismo; Juan Eudes Afara Maciel, vice-presidente do Paraguai; Justo Zacarias Irún, governador de Alto Paraná (Paraguai); Javiera Montes, ministra de Turismo do Chile; Maurício Fabián Closs, governador da Província de Misiones, Argentina.

14 de outubro de 2015

Escola Municipal do MS é destaque na educação bilíngue

Foto: Lucho Rocha
Escola Municipal Prof.ª Marly Cavalheiro Rojas é destaque estadual na educação bilíngue

Criada pelo Prefeito Ludimar, escola atende mais de 640 crianças do maternal ao segundo ano, 60% chegam falando somente o espanhol ou guarani

O jornalismo estadual, MS/TV da TV Morena, afiliada da Rede Globo está apresentando uma série de reportagens mostrando as coisas boas e positivas que acontecem nas escolas do Mato Grosso do Sul, os repórteres apresentaram iniciativas que fazem a diferença em várias regiões do estado.

Logo a primeira seleção apresentou a educação bilíngüe em Ponta Porã, o repórter, Martin Andrada, apresentou o grande desafio das Escolas Públicas Municipal em receber os alunos brasileiros que não falam o português, e tem como língua materna o espanhol ou guarani.

O destaque da reportagem foi a Escola Municipal Profª. Marly Cavalheiro Rojas, que foi criada pela atual administração do Prefeito Ludimar Novais e administrada pela Secretaria Municipal de Educação tendo como secretária a Professora Denize Silva de Oliveira, e que atendem aproximadamente 640 crianças do maternal ao segundo ano, sendo que 60% desses alunos chegam na escola falando somente o espanhol e o guarani.

A grande maioria das crianças não fala o português em casa, são brasileiros documentados, porém só aprendem o idioma português na escola “a língua materna é primordial, não pode ser medida, mas precisamos alfabetizar essas crianças no português, esse é nosso grande desafio, nós estimulamos os pais a que continuem falando a sua língua originária, porém que estimulem os filhos no idioma português através de filmes, músicas, livros e historias, coisas que a criança tenha prazer em aprender”, destacou a coordenadora Ana Cristina Espíndola.

O bom exemplo no estado faz com que brasileiros e paraguaios formem uma comunidade só. “As crianças chegam tímidas, chegamos a pensar que são mudas, nós acolhemos e realizamos um trabalho de educação bilíngue até que a criança domine o português, temos vários professores que falam o espanhol e o guarani”, destacou a coordenadora Hetwing Pockel.

Para que não aja uma ruptura cultural os pais são convidados constantemente em reuniões para participar ativamente das atividades escolares “é muito interessante essa diversidade cultural, é uma aprendizagem coletiva de três idiomas, os paraguaios aprendem o português e os brasileiros acabam aprendendo o espanhol e até o guarani” ressaltou Cristiane Leme, diretora da escola. 

12 de outubro de 2015

Malhadinho e Flor do Campo fazem duelo da Fronteira Guajará-Mirim, RO

A disputa de bois bumbás agita Guajará-Mirim - Foto: Júnior Freitas/G1

Malhadinho e Flor do Campo fazem duelo da Fronteira Guajará-Mirim, RO

Essa é a 19ª edição do evento que aconteceu pela última vez em 2012. A premiação do vencedor será na segunda-feira (12).

Júnior Freitas Do G1 RO

A 19ª edição do Festival Folclórico Duelo da Fronteira, está acontecendo em Guajará-Mirim (RO), a cerca de 330 quilômetros de Porto Velho. O evento que iniciou na última sexta-feira (9), contou como primeira atração no Bumbódromo Municipal, o Boi Bumbá Flor do Campo.

No sábado (10) será a vez do Boi Malhadinho. No domingo (11) as duas agremiações se apresentam na arena e fazem o encerramento da disputa com a divulgação das notas dos jurados.

De acordo com a secretária Municipal de Cultura, Esporte e Turismo (Semcet), Wisnete Ojopi, o preço da entrada e dos camarotes foram definidos em acordo com as agremiações. “A entrada custa R$ 10,00 e crianças pagam meia. O preço dos camarotes está entre R$ 2 mil e R$ 3 mil dependendo da localização. Os que ficam no centro da arena são os mais procurados, porque tem melhor visibilidade”, afirmou.

Segundo a produtora executiva do Festival, Golda Barros, cada grupo de boi tem duas horas e meia para se apresentar sob o olhar atento dos três jurados. “A premiação para o vencedor será na segunda-feira (12)”, finalizou.

Fonte: G1/RO

2 de outubro de 2015

IPOL lança o livro “Leis e línguas no Brasil: o processo de cooficialização e suas potencialidades”

IPOL lança o livro “Leis e línguas no Brasil: o processo de cooficialização e suas potencialidades”

O livro Leis e línguas no Brasil: o processo de cooficialização e suas potencialidades, organizado por Rosângela Morello, foi lançado no 1º Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues (1ºENMP), realizado de 23 a 25 de setembro, em Florianópolis-SC. Publicação é também o primeiro título da Editora do IPOL.

Este livro foi concebido no momento em que imaginamos o 1ºENMP. Considerando o objetivo do Encontro de promover uma discussão multifacetada sobre a diversidade linguística e a política de cooficialização de línguas por municípios no Brasil, decidimos reunir, comentando, as leis e demais documentos ligados ao processo de cooficialização com o intuito de oferecer ao leitor uma compreensão histórica desse fato político e social.

Apesar de ser considerado um dos países mais multilíngues do mundo, a posição oficial do Estado Brasileiro foi a de reconhecer e dar visibilidade somente ao português, e não raro incorreu em ações de difamação e proibição das demais línguas, em flagrante desrespeito aos direitos humanos de parte dos seus cidadãos. A redemocratização do país e a Constituição de 1988 abriram espaço, timidamente, para o reconhecimento de direitos culturais e linguísticos e para a viabilidade de um Brasil Pluricultural e Plurilíngue, com uma cidadania que se expressa em muitas línguas.

Em 2002, o município de São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, cooficializou três das línguas faladas no seu território a partir de uma lei ordinária da Câmara de Vereadores: o baniwa, o nheengatu e o tukano, criando assim uma Via nova e uma tecnologia social para o reconhecimento do multilinguismo brasileiro.

A partir de então, 15 outros municípios de sete estados brasileiros seguiram os seus passos. Desse modo, além das 3 línguas de São Gabriel da Cachoeira, são também cooficiais, até o momento, o pomerano, o talian, o hunsrückisch, o guarani, o alemão, o xerente, o macuxi e o wapichana. A estes somam-se cerca de mais de cem municípios, em diversos estados, com maiorias ou amplas minorias de falantes de outras línguas que não o português, mas que ainda não as oficializaram. Temos, portanto, um cenário promissor para a proposição de políticas linguísticas de promoção das línguas brasileiras. Esse livro pretende servir de apoio e de impulso para essas políticas.

Pedidos de aquisição do livro Leis e línguas no Brasil: o processo de cooficialização e suas potencialidades podem ser realizados pelo e-mail ipol.secretaria@gmail.com

Apresentamos a seguir o Sumário da publicação.

Sumário
Apresentação. Rosângela Morello (IPOL)
Capítulo 1. Uma nova jurisprudência: a cooficialização das línguas nheengatu, tukano e baniwa. Rosângela Morello (IPOL)
Capítulo 2. A cooficialização de línguas em nível municipal no Brasil: direitos linguísticos, inclusão e cidadania. Gilvan Müller de Oliveira (UFSC/IPOL)
Capítulo 3. Cooficialização da língua pomerana no Município de Santa Maria do Jetibá-ES. A linguagem como patrimônio cultural imaterial. Competência do Município para legislar sobre proteção a bens culturais. Elementos para maior eficácia da lei. Evandro José Morello (CONTAG)
Capítulo 4. A cooficialização da língua pomerana no Espírito Santo e no Rio Grande do Sul. Rosângela Morello (IPOL)
Capítulo 5. Talian: protagonismo pelo reconhecimento patrimonial e fortalecimento pela lei de cooficialização. Rosângela Morello (IPOL)
Capítulo 6. O Brasil se mostra multilíngue: vários municípios cooficializam suas línguas. Rosângela Morello (IPOL)
Capítulo 7. A Política de cooficialização de línguas no Brasil. Rosângela Morello (IPOL)
Capítulo 8. Censo, diagnóstico, inventário e observatório linguísticos: aspectos metodológicos e papel político-linguístico. Ana Paula Seiffert (IPOL)
Capítulo 9. O Brasil é um país bilíngue: a cooficialização da LIBRAS. Bruna Crescêncio Neves (UFSC)
Capítulo 10. Novos estatutos para as línguas brasileiras
Considerações finais
Índice de leis e demais documentações acerca de cooficializações

Fonte: e-IPOL

1 de outubro de 2015

"Políticas de Gestão do Multilinguismo e Integração Regional" é tema do 3ºCIPLOM e 3ºEAPLOM

III CIPLOM - Congresso Internacional de Professores das Línguas Oficiais do MERCOSUL
III EAPLOM - Encontro Internacional das Associações de Professores das Línguas Oficiais do MERCOSUL

Políticas de Gestão do Multilinguismo e Integração Regional

Florianópolis - Brasil, 06 a 10 de junho de 2016

Para maiores informações acesse aqui a página do evento.

Baixe aqui a Primeira Circular.

Apresentação
À medida que avança o século XXI, vão se tornando mais claros os contornos das situações linguísticas e culturais que, em poucas décadas, condicionarão os países da América do Sul e de outras partes do mundo, no cruzamento entre a globalização da economia, a conformação de blocos e organizações internacionais (Mercosul, Unasul, Celac etc.), as migrações internacionais, as alterações no conceito de fronteira, a emergência de identidades antes minorizadas, a internacionalização das línguas, a comunicação em redes de alcance remoto via Internet, as reformas educacionais, entre outras. Todos esses cruzamentos culminam, não sem conflitos, em reformas do próprio conceito de Estado em direção a um Estado Pós-Nacional, de caráter plurinacional.

Nesse contexto multicultural e multilíngue, em que os Estados não se concentram mais em tornar os cidadãos monolíngues na língua oficial do país, como nos séculos XIX e XX, mas lentamente reveem os seus objetivos, cresce o papel das línguas segundas e estrangeiras, do multiletramento, e, consequentemente, do ensino e aprendizado das línguas.

Os professores de línguas e o sistema escolar dos países do MERCOSUL têm procurado discutir e redimensionar a sua atuação, tentando lançar mão de novas metodologias e tecnologias, no seio das muitas contradições colocadas pelo momento histórico que atravessamos. A formação do docente, inicial ou continuada, segue sendo um desafio para as instituições de ensino superior dos países no contexto regional, dada a defasagem dos currículos e a burocratização da gestão das escolas e universidades.

O CIPLOM tem tido uma responsabilidade histórica com o português, o espanhol e o guarani, as línguas oficiais do MERCOSUL Político, e com o seu ensino. Nesta terceira edição, pretende dar continuidade a este compromisso, e ainda trazer, de forma decisiva, para a discussão, também os professores e gestores das demais línguas oficiais do MERCOSUL Geográfico, tanto as línguas oficializadas em nível nacional, como as oficializadas em nível regional ou local. Aqui nos referimos muito especialmente às línguas de sinais, às línguas indígenas e às línguas de imigração, de modo a melhor representar o multilinguismo continental e ampliar as discussões e demandas em torno da gestão das línguas e da diversidade linguística.

Para além de uma ampliação da participação dos profissionais dos Estados Membros do Mercosul – Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, Venezuela e Bolívia (que aguarda as últimas providências para uma adesão plena ao bloco), o III CIPLOM pretende ainda ter uma presença ampliada de profissionais dos países associados ao Mercosul – Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Peru e Suriname – e que já são membros da UNASUL – a União das Nações Sul-Americanas, diversificando, assim, as temáticas e os circuitos de discussão.

Santa Catarina é um dos estados mais multilíngues do Brasil e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) se orgulha de sediar o III CIPLOM, ao mesmo tempo em que acolhe o III Encontro das Associações dos Professores das Línguas Oficiais do MERCOSUL (III EAPLOM), com as pautas próprias do mundo associativista, e realiza, concomitantemente, a X Semana de Letras que, na sua décima edição, internacionaliza-se e abraça também os horizontes do MERCOSUL e da América do Sul.

Esperamos professores, pesquisadores, estudantes, gestores e demais interessados no amplo espaço de discussão propiciado pelos III CIPLOM e III EAPLOM, em Florianópolis, Ilha de Santa Catarina, Brasil, para avançar na construção do MERCOSUL Linguístico, Cultural e Educacional.

Público-alvo
O congresso está voltado a investigadores, professores, estudantes e profissionais da educação de modo geral, que atuam na área de ensino das línguas oficiais do MERCOSUL, o português, o espanhol e o guarani, como língua materna, estrangeira e segunda, e também no âmbito das línguas de sinais, das línguas indígenas e das línguas de imigração, crioulos e línguas de fronteira, no desenho de currículos e no desenvolvimento de políticas linguísticas e culturais para a educação na região. Além desses, o evento destina-se às instituições governamentais, às autoridades e gestores educativos, bem como às associações e federações de professores de línguas.

Eixos temáticos

  • Políticas de gestão do multilinguismo e a integração regional.
  • Formação de professores e ensino-aprendizagem de línguas em contextos multilíngues.
  • Perspectivas interculturais e críticas na formação de professores e no ensino das línguas oficiais do MERCOSUL.
  • As línguas de sinais e o seu ensino no Espaço Regional.
  • As línguas indígenas e as línguas de imigração no Espaço Regional e o seu ensino.
  • Experiências de fronteira e contato linguístico.
  • O lugar da prática tradutória nos trânsitos culturais no espaço Regional.
  • Projetos políticos e pedagógicos para o ensino e a aprendizagem de línguas.
  • Diversidade linguístico-cultural e patrimônio linguístico.
  • Práticas e projetos de letramento em diferentes níveis de ensino e aprendizagem.
  • Políticas editoriais para os materiais destinados ao ensino e à aprendizagem de línguas.
  • Avaliação e desenvolvimento de materiais para o ensino e a aprendizagem de línguas.
  • Cooficialização de línguas, direito linguístico e legislação linguística.
  • Avaliação de aprendizagem em línguas estrangeiras e segundas.
  • Exames de proficiência e certificação em línguas estrangeiras e segundas no espaço sul-americano.
  • Novas tecnologias no ensino-aprendizagem de línguas e no desenvolvimento de aplicativos e ferramentas para a promoção das línguas.
  • Projetos políticos e pedagógicos para a manutenção e a consolidação das línguas do MERCOSUL como línguas de herança das populações emigrantes.

Entidades promotoras
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Universidade Federal da Bahia (UFBA)
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNOESTE)
Universidade Estadual de Londrina (UEL)
SIPLE - Sociedade Internacional de Português Língua Estrangeira
IPOL - Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística
Casa do Brasil - Buenos Aires

Entidades organizadoras
Instituto de Enseñanza Superior en Lenguas Vivas “Juan R. Fernández”
Instituto Superior del Profesorado “Dr. Joaquín V. González”
Asociación Argentina de Docentes de Español
Asociación Argentina de Profesores de Portugués
Asociación de Profesores de Portugués de Misiones
Asociación de Profesores de Portugués del Chaco
Associação de Professores de Espanhol do Amazonas
Associação de Professores de Espanhol do Estado da Bahia
Associação de Professores de Espanhol do Estado do Espírito Santo
Associação de Professores do Estado de Goiás
Associação de Professores de Espanhol do Estado de Mato Grosso do Sul
Associação de Professores de Espanhol do Estado de Minas Gerais
Associação de Professores de Espanhol do Estado de Paraná
Associação de Professores de Espanhol do Estado de Piauí
Associação de Professores de Espanhol do Estado de São Paulo
Associação de Professores de Espanhol do Estado de Sergipe
Associação de Professores de Espanhol do Estado do Rio de Janeiro
Associação Paraense de Professores e Alunos de Língua Espanhola

Mais informações
e-mail: iiiciplom.iiieaplom@gmail.com

Fonte: e-IPOL

28 de setembro de 2015

Debates importantes e trocas de conhecimento foram os principais destaques do 1º Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues (1ºENMP)

Mesa redonda com a participação de representantes de municípios plurilíngues

Debates importantes e trocas de conhecimento foram os principais destaques do 1º Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues (1ºENMP) 

Realizado entre os dias 23 e 25 de setembro, no campus da UFSC em Florianópolis-SC, o 1º Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues (1ºENMP) foi palco de importantes debates e trocas de conhecimentos sobre questões relacionadas às políticas linguísticas do plurilinguismo e dos processos de cooficialização de línguas nos municípios brasileiros.

Mesa de abertura com autoridades – Foto: IPOL

Na Mesa de Abertura do encontro estavam presentes as seguintes autoridades (da esquerda para a direita na foto acima): Susana Martelleti Grillo Guimarães (Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do MEC), Marcus Vinícius Carvalho Garcia (Departamento do Patrimônio Imaterial do IPHAN), Luiz Carlos Pinheiro Machado Filho (Reitoria e Secretaria de Relações Internacionais da UFSC), Felício Wessling Margotti (Centro de Comunicação e Expressão da UFSC), Altamiro Antônio Kretzer (Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Antônio Carlos-SC), Zilma Guesser Nunes (Departamento de Língua e Literatura Vernáculas da UFSC), Gilvan Müller de Oliveira (Coordenação do ENMP pela UFSC e do Observatório de Políticas Linguísticas do CNPq) e Rosângela Morello (Coordenação do ENMP e do IPOL).

Muitos municípios e estados enviaram seus representantes. Alguns deles apresentaram em mesas-redondas o estado da arte das ações e os desafios de suas políticas de cooficialização.

Uma das 15 sessões coordenadas

Nas sessões de comunicação foram apresentados 56 trabalhos de pesquisadores de mais de 20 universidades brasileiras e de vários institutos federais e secretarias municipais.

Nas mesas temáticas foram debatidos tópicos como os direitos linguísticos, bem como as ações e as perspectivas para a gestão e o financiamento de políticas linguísticas.

Participantes fazem fila para apresentar sua proposta à Carta dos Municípios Plurilíngues

Foi também ofertado o minicurso "Metodologias e Políticas de Regulamentação e Implementação da Lei de Cooficialização", que será complementado com um um fórum on line, e a oficina "Registro e Documentação da Língua".

No último dia foi realizada a plenária para elaboração da Carta dos Municípios Plurilíngues, que contou com as sugestões dos participantes. O texto da Carta será disponibilizado na página do evento dentro de 15 dias para consulta pública, que poderá ser revista pelos participantes com correções ou acréscimos, para então ser publicada.

No encontro a equipe do IPOL registrou em vídeo depoimentos de falantes das línguas brasileiras

Nós do IPOL agradecemos a participação de todos que tornaram o 1ºENMP um grande sucesso e temos plena convicção de que as ações decorrentes dele trarão bons frutos para a manutenção e o fortalecimento do plurilinguismo brasileiro. 

Acesse aqui a página do 1ºENMP e aqui sua página no Facebook.

Fotos: IPOL

Fonte: e-IPOL