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20 de dezembro de 2014

Rosângela Morello em entrevista sobre diversidade linguística ao programa Páginas de Português da RTP

Rosângela Morello em entrevista sobre diversidade linguística ao programa Páginas de Português da RTP

Fala de Rosângela Morello na entrega do diploma de reconhecimento da língua indígena Guarani Mbya no Seminário de Foz do Iguaçu (Fonte: Facebook de Maria Ceres Pereira)
A coordenadora-geral do IPOL, Rosângela Morello, concedeu uma entrevista o programa Páginas de Português, transmitido pela Rádio Antena 2, da Rádio e Televisão de Portugal (RTP).

O tema da entrevista é a importância do I Seminário Ibero-Americano de Diversidade Linguística, realizado em Foz do Iguaçu-PR, mês passado. Na entrevista, Morello destaca a importância do evento tanto como uma política de reconhecimento e conhecimento das línguas brasileiras por parte do Estado brasileiro, quanto de diálogo com outros países com suas respectivas iniciativas políticas concernetes à diversidade das línguas. A entrevistada discorre também sobre questões como o Inventário da Diversidade Línguística (INDL) e a cooficialização de línguas nos municípios brasileiros, a importância do espanhol nas regiões de fronteira entre o Brasil e países vizinhos, além da difusão e do futuro da língua portuguesa no mundo.

Confira a íntegra da entrevista aqui.

16 de setembro de 2014

Escola pública cria dicionário trilíngue em Ponta Porã (MS)

Escola pública cria dicionário trilíngue em Ponta Porã (MS)

Em 2008, a escola João Calvoso Brembatti aderiu ao Programa das Escolas Interculturais Bilíngues de Fronteira (PEIBF), programa multilateral do Mercosul educacional, que pela primeira vez gerava reflexões sistematizadas sobre as línguas nas escolas de fronteira propondo inciativas para sua potencialização a partir da proposta metodológica do ensino via pesquisa.

O IPOL assessorou a escola na implementação do programa e teve a oportunidade de compartilhar com a equipe os inúmeros desafios e oportunidades para o ensino decorrentes do plurilinguismo ali presente. 

Por essa história compartilhada, é com alegria que divulgamos essa importante inciativa da escola, evidenciando a construção coletiva do conhecimento!  

Assista aqui ao vídeo da reportagem produzida pelo Bom Dia MS.

13 de setembro de 2014

Nova página do projeto Linguasur - Legislação e política linguísticas da Argentina

Nova página do projeto Linguasur - Legislação e política linguísticas da Argentina

La página del proyecto Linguasur, con legislación lingüística argentina, desde hoy se llama www.linguasur.com.ar

Linguasur es una creación del proyecto de investigación “La regulación oficial de la situación lingüística argentina: un estudio de la legislación lingüística desde la sociología del lenguaje” con sede en el Instituto de Lingüística de la Facultad de Filosofía y Letras de la Universidad de Buenos Aires, financiado por UBACyT (F-406, programación 2008-2010).

Integrantes: Roberto Bein (director), Fabia Arrossi, Natalia Bengochea, Mariángeles Carbonetti, Eugenia Contursi, Fabiola Ferro, Laura González, Agnieszka Ptak, Gabriela Rusell, Florencia Sartori, Luciana Velloso y Romina Zamborain.

Sus antecedentes son el Banco de Datos Mercolingua, iniciativa del Grupo de Trabajo de Políticas Lingüísticas del Mercosur impulsado y financiado en 2001 por el entonces Ministerio de Cultura y Educación argentino y continuado como parte de los proyectos de investigación UBACyT F-043 (2001-2003) y UBACyT F-206 (2004-2007), dirigidos por Elvira Narvaja de Arnoux y codirigidos por Roberto Bein.

Fonte: Linguasur

7 de julho de 2014

Portunhol na visão dos artistas uruguaios Fabián Severo e Ernesto Díaz

Portunhol na visão dos artistas uruguaios Fabián Severo e Ernesto Díaz

Confira aqui o áudio de uma interessante entrevista sobre o “portunhol”, com os artistas uruguaios Fabián Severo e Ernesto Díaz, concedida a Jaime Clara.

No vídeo abaixo Fabián Severo lê o “Poema 34″ de seu livro Noite nu Norte e Ernesto Díaz interpreta a canção canção “Los Oreia”, dele e Antonio de la Peña.



Fonte: e-Ipol.org

18 de junho de 2014

Mercosul cultural e linguístico: população iguaçuense da Tríplice Fronteira tem oportunidade de assistir à produção de cinema paraguaio

7 Caixas (7 Cajas), de Juan Carlos Maneglia e Tana Schémbori

Isis Berger, especial para o IPOL

Nesta última sexta-feira, dia 13 de junho, entrou em cartaz, no CineCataratas de Foz do Iguaçu, o filme paraguaio 7 Caixas (titulo original: 7 Cajas), de Juan Carlos Maneglia e Tana Schémbori. O filme foi lançado em 2012, porém somente a partir desta semana a população iguaçuense da Tríplice Fronteira Brasil-Paraguai-Argentina tem a oportunidade de poder assisti-lo em um cinema da cidade, legendado em língua portuguesa. A história é ambientada no Mercado 4, em Assunção, capital do Paraguai, e conta a história de Victor, um jovem sonhador que vive a se imaginar nas telas das televisões enquanto trabalha carregando mercadorias de compristas frequentadores do agitado mercado. Com a promessa de ganhar 100 dólares como recompensa, quantia com a qual Victor vislumbra a possibilidade de comprar o telefone celular de que tanto deseja, o jovem se envolve em uma dramática e eletrizante trama ao aceitar transportar e cuidar de 7 caixas de conteúdo desconhecido como se fossem sua própria vida. A tarefa aparentemente cotidiana assume dimensões não previstas quando Nelson, outro carregador de mercadorias que enfrenta uma dificuldade financeira que vale a saúde de seu filho, descobre que o conteúdo das caixas que Victor carrega vale uma enorme quantia em dinheiro. Perseguições dramáticas, surpresas, eventos cômicos, situações que refletem dramas pessoais e sociais são os ingredientes do filme. Ágil, tenso, dramático, emocionante e divertido são adjetivos que podem descrever 7 Caixas. Um filme que vale a pena ver pelo seu envolvente roteiro, pela realidade social que nos apresenta e nos faz refletir e, também, por nos apresentar a riqueza linguística desse país onde se fala em castelhano, guarani, jopará e línguas de imigrantes, como o coreano que tem presença marcada na trama. Sucesso de bilheteria no Paraguai, o filme participou de festivais internacionais de cinema e foi ganhador do Festival Internacional de Cinema de Brasília em 2013. É daqueles filmes que vale a pena ver e rever!

Visite aqui o site do filme.

Assista o trailer do filme:



Fonte: E-Ipol

26 de maio de 2014

Festival Cinema de Fronteira tem inscrições abertas

Inscrições abertas para o 5º Festival Internacional Pachamama – Cinema de Fronteira, no Acre

Evento é voltado a produções latino-americanas e tem inscrições abertas até 27 de julho

O 5º Festival Internacional Pachamama – Cinema de Fronteira está com inscrições abertas para filmes latino-americanos documentais ou ficcionais até 27 de julho. Com o objetivo de promover o intercâmbio cultural entre os países da América Latina, o festival será realizado na cidade de Rio Branco (AC), de 9 a 15 de novembro. A competição é dividida em três categorias, em que participam curtas, médias e longas-metragens nas Mostras Latino-americanas de Longas-metragens, Curtas-Metragens e Cinema Comunitário.

A Competição Latino-americana de Longas-metragens aceita filmes de, no mínimo, 70 minutos de duração e finalizados a partir de 2013. Produções de até 25 minutos de duração concluídas a partir de 2013 poderão ser inscritos na Competição Latino-americana de Curtas-metragens. Já para a Competição Latino-americana de Cinema Comunitário Stefan Kaspar, as obras deverão ter sido produzidas de forma comunitária, em suporte digital, com duração mínima de 30 minutos e conclusão a partir de 2012.

Inscrições

Para se inscrever, os interessados devem ler o regulamento, preencher a ficha de inscrição e disponibilizar o filme por meio de um link privado com senha ou pelo envio de uma cópia em DVD por via postal. A inscrição é gratuita pelo site oficial do festival, mas também é oferecida a opção de inscrição pela plataforma do site MOVIBETA.

Seleção e Premiação

Uma comissão de seleção escolherá dez filmes para exibição na Mostra Latino-americana de Longas-metragens, doze obras para a Mostra Latino-americana de Curtas-metragens e outras seis produções para a Mostra de Cinema Comunitário. Para cada categoria, serão designados três membros de um júri oficial, que farão a seleção dos vencedores. Além dos troféus que serão concedidos pela organização, o festival oferece ainda o Prêmio do Público para o filme mais votado pelo júri popular.

Para mais informações, acesse o site do 5º Festival Internacional Pachamama – Cinema de Fronteira.

25 de maio de 2014

Lo que oculta el informe PISA

Lo que oculta el informe PISA
Carlos Manuel Sánchez - XL Semanal

¿Sabía usted que PISA no hace las mismas preguntas en todos los países? ¿Y que, además, no tienen el mismo nivel de dificultad? ¿Quién va a ganar millones con las nuevas pruebas cien por cien digitales que se van a instaurar en 2015? Le contamos lo que esconde la fiebre mundial de los test educativos.

En los colegios de Finlandia no se hacen exámenes externos hasta los 18 años. 
Pisa se ha convertido en un mastodonte y su influencia es cada vez mayor. La prueba diseñada por la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económico (OCDE) ha evolucionado. Ha pasado de ser una herramienta para diagnosticar debilidades y fortalezas de los sistemas educativos nacionales a convertirse en una liga de países. En apariencia, con las mejores intenciones. Pero detrás de ese prurito por sacar mejores notas que el vecino se esconde algo que tiene poco que ver con la enseñanza: un negocio multimillonario.

Las claves de un gran negocio

La obsesión con los exámenes es un nuevo nicho de mercado. Y quien lo ha visto claramente es la editorial británica Pearson, una multinacional con filiales en todo el mundo, dueña además de Financial Times y The Economist y que facturó más de 6000 millones de euros en 2013. Pearson ha logrado el contrato para los exámenes de PISA 2015, que pagan los ministerios de Educación, y la exclusiva para la creación de la plataforma digital que los sustentará. Pearson utiliza PISA y otras pruebas similares como cabeza de puente para, según sus críticos, manejar los hilos de la educación mundial. Pearson no solo redacta los exámenes, también los corrige y aportará las herramientas informáticas a los ministerios de Educación para analizar el rendimiento casi en tiempo real, como si fuera una Bolsa de Valores, donde los que cotizan no son empresas, sino colegios y, en último término, nuestros hijos.

¿Es positivo o negativo? Es bueno, argumentan unos, porque así no se nos escapa ningún talento. Pearson sostiene que su objetivo es revolucionar el concepto de 'educación' en el mundo, personalizarla y reducir costes. Es malo, sostienen otros, porque las escuelas van a pasar más tiempo examinando que enseñando. Así lo considera el académico canadiense Donald Gutstein en un informe para los profesores de la Columbia Británica (Canadá). «Pearson consigue el grueso de sus ingresos de textos digitales, herramientas de enseñanza virtual, exámenes on-line... Y sigue una serie de estrategias para crecer aprovechando la transición de lo físico a lo digital. Es un plan ambicioso para comercializar sus productos y servicios. Si tienen éxito, convertirán a los estudiantes en simples clientes».

¿Pero cómo hemos llegado a esto?

Hagamos historia. La primera edición de PISA fue en el año 2000 y por su carácter trianual solo se han celebrado cuatro hasta la fecha. Los resultados de la quinta se darán a conocer el año que viene. Participan 71 países, seis más que en la última (2012). PISA ha desbancado a otras pruebas internacionales como TIMMS o PIRL. Más de medio millón de alumnos de 15 años se someten a los test, que en un principio se limitaban a ciencias, matemáticas y lectura, pero que van incorporando nuevos ámbitos, como los problemas de la vida cotidiana. PISA genera un informe muy exhaustivo, con multitud de análisis. Lo de comparar a los países participantes era una estadística más, unas tablas orientativas medio escondidas en un bosque de lenguaje burocrático.

Pero la tentación de hacer una liga es culpa nuestra, de los periodistas, que nos encantan esas competiciones porque se prestan a titulares redondos, del tipo «España fracasa otra vez» (la media de la OCDE sería la arbitraria línea entre el aprobado y el suspenso), «Finlandia se cae del podio», «Los asiáticos golean»... Periodismo deportivo más que educativo. Y también es culpa de los políticos, que sacan pecho si la cosa ha ido bien (cuando en realidad sería mérito de la Administración anterior), o justifican una reforma educativa a su gusto si las cosas van mal. ¿Pero podemos fiarnos de PISA? ¿Sus resultados son objetivos?

¿Son fiables los datos de Pisa?

Las críticas hacia PISA arrecian desde el último informe (2012). ¿Sabía usted que no son las mismas preguntas para todos los países? ¿Y que ni siquiera tienen el mismo nivel de dificultad? No solo eso, en ediciones anteriores hubo pruebas que algunos países se saltaron, como las de comprensión lectora. Y lo que hizo PISA fue realizar una estimación 'plausible', es decir, una proyección de lo que podían haber puntuado esos alumnos, como hacen a veces las eléctricas con el recibo de la luz, que nos cobran por lo que suponen que podemos haber gastado y no por el consumo real.Además, las diferencias económicas (a mayor nivel adquisitivo, mejor nota), sociales (a mayor emigración, peor nota) influyen. Pero también las diferencias de mentalidad de los niños en la gestión del tiempo. Son exámenes contra reloj. Según comprobó Joachim Wuttke, un profesor alemán de Ingeniería Informática, los nórdicos y centroeuropeos dan un vistazo general, contestan primero a lo que saben y no tienen apreturas; los mediterráneos van pregunta a pregunta y luego no les da tiempo.

Batiburrillo de datos

¿Cómo homogeneizar todo este batiburrillo de datos para confeccionar la dichosa liga mundial? PISA echa mano de un complejo sistema matemático llamado 'método de evaluación de Rasch', por cierto muy discutido por algunos matemáticos, que consideran que contiene errores. Además, un estadístico danés, Svend Kreiner, profesor emérito de la Universidad de Copenhague y discípulo del propio George Rasch, el creador del método, ya advirtió que encima PISA no lo estaba usando bien, básicamente porque no se deberían equiparar los resultados si las preguntas no tienen el mismo grado de dificultad.

Pisa se defiende de los críticos

Los responsables de PISA han recibido acusaciones de oscurantismo en el tratamiento de los datos. Se defendieron con un informe de 419 páginas. No obstante, el director de PISA, Andreas Schleicher, reconoció que para ellos la comparativa entre países no era lo más importante y que podían existir discrepancias en la clasificación, dependiendo de cómo se analizasen los datos. Pero es que las diferencias pueden ser tremendas, como demostró Kreiner. Aplicando el método de Rasch y con variaciones mínimas a la hora de privilegiar los parámetros, Canadá ocuparía el segundo puesto o el 22.º; Japón el octavo o el 40.º; y el Reino Unido, cualquiera entre el 14.º y el 30.º.

A las críticas sobre la fiabilidad de PISA, muy fuertes en el Reino Unido, donde llevan varios años de reformas por sus resultados mediocres, los Estados Unidos, Australia, Alemania y otros países, hay que sumar ahora las suspicacias. ¿Quién se beneficia de este pique entre países? ¿Por qué los asiáticos arrasan? ¿Es mejor su modelo basado en la repetición, la memorización y la obediencia cuando muchos surcoreanos, que son los mejores del mundo, luego se estrellan cuando van a una universidad estadounidense? Además, hay muchas dudas sobre la 'limpieza' de China-Shanghái. ¿Hacen trampas? ¿Estamos ante una adulteración de la competición, como pasaba en el deporte con la antigua RDA?

La obsesión se convierte en negocio

En este río revuelto, alguien ha sido más listo: Pearson. Una estrategia que diseñó su anterior CEO, Marjorie Scardino. Y que sigue el actual, John Fallon. Hagamos las preguntas. Diseñemos las plataformas digitales para hacer los exámenes. Redactemos los textos para que los niños estudien y saquen buenas notas en esos exámenes. Convenzamos a los políticos para que nos los compren. Pearson dispone de think tanks y expertos a sueldo. Al fin y al cabo, es la mayor editorial educativa del mundo.Y el catálogo de nuevos productos puede ser inagotable. ¿Por qué no poner al alcance de las escuelas los test que hacen los países punteros? El prestigio que supondría para un colegio poder decir: somos mejores en matemáticas que los coreanos... Dicho y hecho, empiezan a probarlo en los Estados Unidos. ¿Y por qué limitarse a estudiantes de quince años? Por qué no sacar pruebas para que los adultos puedan compararse con sus hijos...

Aunque la casa matriz de Pearson está en Londres, la estrategia empezó en los Estados Unidos. Pearson consiguió en 2011 un contrato de cinco años para los exámenes oficiales de las escuelas públicas de Nueva York por 32 millones de dólares. Precisamente la semana pasada hubo una protesta insólita en Nueva York. Padres, alumnos y profesores de decenas de centros, todos de acuerdo por una vez, se quejaban de la cantidad de exámenes, que algunos califican de epidemia. Niños de Primaria sometidos a pruebas de tres horas. Muchos se preguntan por qué una empresa privada y con ánimo de lucro tiene tanta influencia en el sistema público. Pearson también logró el contrato para los exámenes de PISA 2015 a un módico precio: al parecer, sobre 1,3 millones de euros. Esa plataforma marca un hito, según Andreas Schleicher, el jefe de PISA: «La prueba de 2015 tiene el potencial para comenzar una nueva era en los exámenes internacionales. Tenemos que hacer un uso mucho más inteligente de la tecnología». Al fin y al cabo, las destrezas digitales son las que se pedirán en el futuro a los niños.

'El big data', llevado a la educación

El negocio puede ser redondo. Va en la línea de la plataforma digital de Bloomberg, pero aplicado a la educación. Datos continuos que fluyen. Escuelas que suben y escuelas que bajan. Países que cotizan en rojo y en verde. No olvidemos que la galaxia Pearson es uno de los grupos mediáticos más influyentes. En un arranque de sinceridad y advirtiendo que forma parte de Pearson, The Economist señala que «la industria de los exámenes internacionales está creciendo, aunque sacar conclusiones de ellos es más difícil».

Para Diane Ravitch, profesora de Educación de la Universidad de Nueva York, estamos ante «la irrupción de big data [grandes datos] en las escuelas». ¿Es una manera de ayudar a estudiantes y profesores? Puede. «Pero también es una fórmula empresarial para desarrollar apps, vender datos de estudiantes y hacer dinero», denuncia. De hecho, el capital riesgo ya se ha fijado en este mercado y está entrando a manos llenas en compañías digitales de creación y evaluación de exámenes, como Renaissance Learning Inc., con participación de Google Capital y en la que la firma especulativa Hellman & Friedman inyectó en marzo 1100 millones de dólares. Al contado. Son exámenes donde todo está tabulado. Los cuestionarios son tipo test. No hay lugar para salirse del guion. ¿Dónde queda la creatividad? ¿Y la imaginación? Según Ravitch, «estamos perdiendo la habilidad de pensar diferente y premiando el conformismo».

¿Qué pasa en...

... Finlandia? Incluso cuando eran los mejor clasificados, eran escépticos con PISA. De hecho, los estudiantes no hacen exámenes externos hasta los 18 años. «La estandarización de los exámenes mata la creatividad», dice el experto Pasi Sahlberg.

... Shanghái? La revista Time, a la vista de los resultados obtenidos por los chinos, que arrasaron en los test, se pregunta si hicieron trampas en el último PISA. Y también si los profesores preparan a los alumnos específicamente para superar con éxito esta prueba.

... el Reino Unido? En el país son muy críticos con todo lo que tiene que ver con PISA. El diario The Guardian, además, ha arremetido contra la creciente influencia de Pearson en la reforma de la educación pública, que considera una privatización encubierta.

Dos visiones enfrentadas

La visionaria Marjorie Scardino

Es la empresaria más influyente del Reino Unido. Ocupó la presidencia de Pearson hasta el año pasado y fue la primera en vislumbrar que el futuro de la educación está en el uso de las tabletas. Diseñó una estrategia para monetizar los exámenes valiéndose de plataformas digitales. No es extraño que Twitter la haya fichado. Pearson, su excompañía, ha conseguido el contrato para PISA 2015.

El académico enfadado Svend Kreiner

Estadístico danés que señaló fallos en el modelo de evaluación de PISA. «Las comparaciones no tienen sentido porque PISA no utiliza preguntas del mismo nivel para cada país, ni hay un solo ítem que sea igual para todos los participantes». Su discusión académica con los responsables de la OCDE ha sido tan enconada que la Universidad de Copenhague, donde enseña, ha creado un simposio en su honor. Otros muchos académicos lo apoyan. Por su parte, el coordinador de PISA reconoce que «las comparaciones internacionales no son fáciles y nunca son perfectas, pero cualquiera que eche un vistazo serio a las cifras y los datos de PISA reconocerá que es una herramienta robusta y que genera confianza».

¿Qué pasa en...

... EE.UU.? El fiscal de Nueva York investigó a la multinacional Pearson por la sospechosa confluencia entre los estudios que publican las fundaciones sin ánimo de lucro de su órbita y los intereses de la compañía. Finalmente, pagó una multa de 7,5 millones de dólares.

... La India? Quedó antepenúltima de entre todos los países analizados en 2009. Las autoridades decidieron que una y no más y se desligó de PISA. Pero no ha marcado tendencia; cada vez son más los países que firman. Empezaron 32 en el año 2000 y en 2015 serán 71.

... España? Como en el Reino Unido y Australia, los mediocres resultados se usan por los gobiernos de turno como justificación para hacer reformas de las leyes educativas. A nivel práctico, eso se nota en un aumento de evaluaciones externas en los cambios de ciclo. 

Fonte: XLSemanal

15 de janeiro de 2014

Robôs patrulham fronteira entre EUA e México

Mais de 170 túneis escavados pelas redes de imigração ilegal e de contrabando de produtos foram descobertos nas últimas duas décadas



A fronteira entre os Estados Unidos e o México passa agora também a ser patrulhada por robôs. As máquinas vigiam os túneis escavados pelas redes de imigração ilegal e de contrabando de produtos.




Mais de 170 destas estruturas, a maioria localizada na Califórnia e no Arizona, foram descobertas nas últimas duas décadas. Os robôs garantem ainda acesso a espaços exíguos onde antes a polícia não conseguia entrar.

Longa destaca olhar estrangeiro sobre o Oriente Médio



Muita gente reclama da fotografia escura de Inch'Allah, mas a par de ser um problema pontual - a projeção digital de algumas salas -, pode ser que se trate de sugestão proporcionada pelo tom sombrio do filme.
O conflito palestino/israelense, a sempre explosiva situação do Oriente Médio, tem sido um tema frequente no cinema. Há pouco, tivemos Além da Fronteira, de Michael Mayer, que focava a questão do ponto de vista de um advogado israelense e seu parceiro palestino. Inch'Allah retoma o assunto por meio de uma médica canadense como a diretora Anaïs Barbeau-Lavalette.

Ambas - a personagem e a autora - são de Quebec, e a protagonista, Evelyne Brochu, é médica das Nações Unidas. Como tal, mora em Jerusalém, mas trabalha num posto da ONU em Ramallah. Só isso já dá conta do mundo dividido em que se movimenta, e que Anaïs Barbeau, consciente de ser uma estrangeira, revela por meio de uma personagem de fora, como ele.


Evelyne não tem nenhum interesse, digamos, amoroso. Possui uma amiga, estrangeira como ela, com a qual sai para bares (e baladas) nas noites quentes de Jerusalém. Mas, na maior parte do tempo, Evelyne está tentando entender o complicado mundo à sua volta. Ela se interessa especialmente pelo caso de uma paciente palestina grávida - e a atriz Sabrina Ouzani, que faz o papel, é o destaque do elenco.

Seu marido está preso, e ela tem um irmão militante. "Essa não é a nossa guerra", diz a amiga para Evelyne, quando sente que a médica está se envolvendo demasiadamente com as pessoas, ou com Sabrina. "Essa guerra é de todo mundo, não há neutralidade possível", rebate o irmão da paciente. E esse é o mundo no qual a médica se joga de cabeça, para descobrir que você termina tomando partido, independentemente de querer.

Talvez Inch'Allah seja soturno e deprimente, mas é que a diretora não tem ilusões. Anaïs Barbeau tem levado seu olhar de estrangeira pelo mundo, fazendo documentários - e ficções - em Honduras, na Argentina e sobre comunidades de não canadenses em seu país. Um cinema que busca o entendimento, sabendo como ele é difícil.

Fonte: Diário do Grande ABC

2 de fevereiro de 2013

Os dois lados da fronteira: crônicas de uma guerra anunciada retrata a guerra em Gaza

Fonte: Canal Futura

Quando apenas dois quilômetros separam povos com ideologias e valores opostos, esta, certamente será uma zona de conflito. Este é o tema do documentário Crônicas de uma Guerra Anunciada, exibido no canal de televisão Futura no último dia 31, o cotidiano de pessoas comuns que vivem na fronteira de Gaza, no meio de uma disputa sem fim.

14 de janeiro de 2013

Documentário discute violência na fronteira entre EUA e México com história de repórter do combativo semanário Zeta


Em 2009, Bernardo Ruiz conheceu o repórter Sergio Haro em uma filial da cafeteria Starbucks na cidade de Mexicali, na fronteira entre Estados Unidos e México. Ruiz procurava um jornalista que o ajudasse a contar uma história mais completa sobre a região e encontrou Haro, um veterano repórter do semanário mexicano Zeta e natural de Mexicali.

“Era para termos um encontro breve, que se tornou uma conversa de três horas”, contou Ruiz ao Centro Knight para o Jornalismo nas Américas. “Saí da reunião achando que as histórias dele e da publicação eram mais urgentes do que qualquer coisa que eu havia originalmente imaginado”.

A conversa em Mexicali foi o ponto de partida do documentário “Reportero,” exibido pela PBS, no POV, no dia 7 de janeiro. 

Watch Reportero - Trailer on PBS. See more from POV.


29 de novembro de 2012

A grande fronteira da tecnologia

Em entrevista, a diretora da IBM para Smarter Analytics explica a importância da inteligência na análise de grandes quantidades de dados.



Fonte: IPOL e Olhar Digital

31 de outubro de 2012

Depoimento da Profª. Antonia Maria de Oliveira Nery

A Professora Antonia Maria de Oliveira Nery fala um pouco sobre sua participação no projeto do Observatório de Educação na Fronteira. Ela é coordenadora da Escola Municipal Bela Flor, em Epitaciolândia, Acre.

4 de outubro de 2012

O retrato do indígena pela mídia brasileira é discutido no programa de rádio "Jornalismo em Debate"

O programa "Jornalismo em Debate" é um programa desenvolvido por estudantes do curso de Jornalismo da UFSC e em sua terceira edição colocou em pauta como os indígenas são retratados pela mídia jornalística no Brasil. Participaram do programa o jornalista Altino Machado; o cientista social João Maurício Farias; a coordenadora do Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística, Rosângela Morello; o professor de jornalismo, Samuel Lima.

Você pode ouvir o programa na página da Radio UFSC.

Professora Rosângela Morello no programa Melhor e Mais justo em debate sobre o tema "controle de fronteiras"